Caminhão Foguete !
Março 29, 2007
1. Deixe a barba por fazer por duas semanas. Nem muito grande, nem muito curta. Se você for mulher, use um lenço na cabeça com o laço no pescoço.
2. Sente-se ao lado de outro passageiro. (se possível na poltrona do meio da fileira do meio)
3. Silenciosamente e calmamente abra a maleta do seu notebook.
4. Retire o notebook da maleta.
5. Ligue-o e tenha certeza de que as pessoas ao seu lado possam ver a tela.
6. Acesse o Código de Bar!
7. Feche seus olhos, aponte a cabeça em direção ao céu e comece a murmurar coisas sem sentido por 15 segundos.
8. Então clique AQUI !
No País do Turismo Sexual, nada mais propício do que uma sexóloga no Ministério do Turismo!
Um camundongo destruiu uma boa quantidade de dinheiro ao entrar dentro de um caixa eletrônico de banco na Estônia. A presença do roedor foi percebida por um cliente, que notou que as notas que havia sacado estavam roídas, de acordo com o site Ananova.
A equipe de segurança do banco ainda está investigando como o animal entrou na máquina. “Nunca tinhamos ouvido que algo remotamente semelhante com isso houvesse acontecido”, disse Kristina Tamberg, porta-voz do Hansapank Bank.
De acordo com a porta-voz, em um momento do fim de semana, a máquina emperrou com as notas roídas e o camundongo passou o resto do dia transformando o dinheiro em cama para sua casa. “O camundongo provavelmente foi atraído pelo calor da máquina e decidiu transformá-la em casa”, concluiu Kristina.
Fonte: Terra
E eu achando que eram só os juros que comiam nosso dinheiro lá no banco!!
Um técnico que estava reformatando um drive no Departamento de Finanças do Alasca, nos Estados Unidos, apertou a seqüência de botões errada e apagou um disco com dados avaliados em US$ 38 bilhões.
Enquanto fazia um trabalho de rotina, o homem apagou por acidente informações de um conta relacionada a petrolíferas, uma das maiores fontes de renda do Estado, além de reformatar, também sem querer, o disco com a cópia de segurança.
Ainda havia esperança até que o departamento descobriu que o terceiro backup, em fitas, estava ilegível. “Ninguém entrou em pânico, mas instantaneamente começamos a pensar o que aconteceria no pior caso”, disse Any Skow, Diretora da Divisão de Fundos Permanentes. A falha acabou gerando um gasto de US$ 200 mil para a divisão.
Nos dias seguintes, a divisão e consultores da Microsoft e Dell trabalharam para recuperar os dados e se tornou evidente que estava tudo perdido. Toda a informação de nove meses havia sumido: cerca de 800 mil imagens escaneadas durante meses, formulários de todo o ano de 2006 e documentação de milhares de pessoas, como certidões de nascimento e comprovantes de residência.
Entretanto, ainda havia um último backup: 300 caixas com muitas folhas de papel. “Tivemos que levar o papel de volta à sala de digitalização e começar tudo novamente”, disse Skow. Foi necessário o trabalho de cerca de 70 pessoas, sete dias por semana, 24 horas por dia, durante dois meses.
Fonte: Terra
Já pensou se ele tem que digitar tudo de novo e sozinho?
Se você achou isso demais, se imagine no lugar da menina que ficou 5 semanas soluçando!
O ano de 2007 trouxe uma maldição para a vida de Jennifer Mee, uma adolescente da Flórida. Em janeiro, ela começou a soluçar e não parou mais até a desesperadora crise completar 5 semanas. Eram 50 soluços por minuto.
De repente, no dia 28 de fevereiro, depois de respirar fundo, os espasmos pararam.
Aliviada, ela mal tinha voltado a suas atividades normais quando, no seu segundo dia de aula, a tortura voltou - apenas 15 dias de a primeira crise ter acabado.
Jennifer viu que algo não ia bem quando seu nariz começou a sangrar. Logo depois, os soluços voltaram, segundo o jornal “St Petersburg Times”.
“Eu não aguento mais”, desabafou Rachel Robidoux, mãe da garota. Segundo ela, a filha está aflita, desanimada e sofrendo.
Os especialistas não sabem dizer por que os soluços começaram nem por que deram uma trégua. Ela já foi examinada por um infectologista, um neurologista, um quiroprata, um hipnólogo e um acupunturista. Nenhum achou a solução.
Fonte: G1
Um motorista de caminhões americano teria apresentado em sua defesa que seu veículo era dirigido por um unicórnio no momento de um acidente. Phillip C. Holliday Jr. estava sendo processado por dirigir bêbado quando bateu em um poste de luz, na cidade de Billings, nos EUA.
O documento com o caso do unicórnio chegou ao juiz que analisava a acusação. Aparentemente, porém, tudo foi fruto de um engano. De acordo com o promotor-chefe do local, Dennis Paxinos, o termo “unicórnio” é utilizado nos meios legais dos EUA para dizer que a culpa foi colocada em uma pessoa hipotética e não identificada. Um estagiário que não estava familiarizado com o termo teria cometido o erro.
“É uma espécie de código entre os promotores e o código foi mal interpretado”, disse Paxinos, que se desculpou com a corte, com o público e com o acusado. Holliday teria dito que uma mulher, a quem não identificou, estava na direção do veículo.
O motorista se declarou inocente das acusações de direção preigosa e sob influência de álcool. Ele está sendo representado pela defensora pública Kristina Landon, que não respondeu às perguntas referentes aocaso.
Fonte: Terra
Tem horas que o instinto materno supera os instintos de caça e caçador!
Este vídeo é imperdivel !!
Vitório Fagundes Rodrigues, 57 anos, foi chamado pela polícia para reconhecer o próprio corpo no Departamento de Medicina Legal (DML) de Porto Alegre (RS) e confirmar que não estava morto, segundo a RBS TV.Rodrigues foi assaltado em outubro de 2006, quando entregou o carro e um documento de identificação da empresa onde trabalha. O crachá não tinha sua foto, apenas seu nome e os de seus pais.Rodrigues viajou a trabalho no dia 9 de março. À tarde, a polícia entrou em contato com sua mulher para dizer que Rodrigues tinha morrido atropelado em Porto Alegre. Ela ligou para o celular do marido e ouviu do próprio que tudo estava bem.O hospital encaminhou o corpo que estava com o documento furtado para o Departamento de Medicina Legal e, nesta quinta-feira, Rodrigues foi chamado para dizer que o morto não era ele.
A advogada de Rodrigues questiona o procedimento do hospital e aguarda laudo do DML afirmando que seu cliente está vivo. Ele pretende recorrer à Justiça para encontrar os responsáveis pela confusão.
Fonte: Terra
E se ele tivesse reconhecido o corpo, qual seria a brilhante atitude de quem chamou ele lá?